um livro que se tornou um sucesso na Europa e virou filme na França.The Diving Bell and the Butterfly (O escafrando e a borboleta), conta a história do editor da Elle, Jean Dominique Bauby, que aos 43 anos, em 95, sofreu um ataque que o paralisou só deixando movimentos no olho esquerdo. Mesmo assim, Bauby escreveu a sua vida. Uma plaquinha com o alfabeto ficava a sua frente. Quando a letra que ele via era a certa, ele piscava uma vez. Quando era errada, ele piscava duas vezes. Ele morreu três dias após a publicação do livro, em marco de 97.Provou ao mundo, que a ausência de movimentos e da fala não são impedimentos para a vida.E penso no quanto a dona desse jardim é capaz… se Jean Dominique escreveu um livro com o movimento de um olho, sei que a Borboleta pode seguir o plano de vôo que seu coração determinar…“Quem passou pela vida em branca nuvem,E em plácido repouso adormeceu;Quem não sentiu o frio da desgraça,Quem passou pela vida e não sofreu;Foi espectro de homem, não viveu.”(Francisco Otaviano- 1825- 1889)Obs: Escafrando é aquele velho capacete, acho que feito de ferro, usado para mergulho. O titulo é um jogo de opostos: a prisão do escafrando e a leveza da borboleta.Beijos aos visitantes…. uma semana de graças a todos!
Devemos perdoar-nos uns aos outros porque Ele nos perdoou primeiro. Efésios 4:32
Que dia foi este? Nossa que dia chato, angustiante, chorei sem motivo, me reprimi sem motivos, stressei sem motivo... nunca me senti assim, e hoje não sei qual motivo, mais chorei por ouvir apenas uma musica. Deus, eu realmente preciso de ti, preciso de fé. Preciso de oração, e dedicação a ti senhor. Amanheci com um aperto no peito, amanheci com muita vontade de chorar, sair correndo, simplismente sumir.
Ai vi essa oraçãoo..
"Senhor Jesus, eu preciso de ti. Abro a porta da minha vida e recebo-te como meu Salvador e Senhor. Toma conta da minha vida. Agradeço-te porque perdoas os meus pecados e aceitas-me como sou. Desejo estar dentro do teu propósito para minha vida".
Orei, orei e pedi com fé.. ao Deus, Deus meu. e Deus de todos nós...
vou esperar, por que isso não é tpm.
e neeem eu seii o que é..
¬¬
bjooo
Eu estou Completamente apaixonada, amor
Vivo sonhando acordada, amor
Há tanta coisa que eu sinto em mim
Mas em palavras eu não sei dizer
Eu estou Extremamente apaixonada, amor
Isso é tão lindo, eu sei
Quando se ama alguém
O amor É tão estranho e chega de uma vez
E tão depressa e fica de uma vez
Em dois corações
Quero estar Eternamente apaixonada, amor
Pois só assim a vida tem valor
Sempre a seu lado agora vou viver
E isso é tudo que eu peço a Deus
Em alguma outra vida, a gente deve ter feito alguma coisa muito errada…
sério.
Porque não faz sentido sentir tanta saudade assim.
Tipo… tem várias coisas que doem, né?
Trancar o dedo na porta dói.
Cair de queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Levar um tapa, um soco… dói também.
Bater a cabeça na quina da mesa então… nem se fala.
Morder a língua, cólica, cárie… tudo isso dói.
Mas nada… nada mesmo… dói igual saudade.
É uma dor meio estranha.
Porque não é um machucado que dá pra mostrar.
Não tem onde apertar pra parar.
É saudade de um monte de coisa.
De gente que tá longe.
De lugares que nem existem mais do mesmo jeito.
De momentos que passaram e não voltam.
Saudade até de quem a gente já foi um dia.
Mas a pior de todas…
é a saudade de quem a gente ama.
Saudade do toque, do cheiro, dos beijos…
de estar perto… ou até de saber que a pessoa só tava ali, mesmo sem estar junto.
Tipo… antes era tão simples.
Você tava no seu canto, a pessoa no dela…
mas você sabia que ela tava ali.
Agora não.
Agora é um monte de “não sei”.
Não sei se ainda gosta das mesmas coisas.
Não sei se ainda usa aquela roupa.
Não sei se tá bem.
Não sei se come direito.
Não sei se mudou.
Não sei se lembra.
Não sei se ainda sente alguma coisa.
E isso bagunça tudo.
Porque saudade é isso, né?
é não saber.
Não saber o que fazer com o tempo.
Com os dias que parecem mais longos.
Com as músicas que começam do nada e doem.
Com o silêncio que fica pesado.
É querer saber da pessoa…
e ao mesmo tempo ter medo de descobrir.
É confuso.
Muito confuso.
E eu acho que é por isso que dói tanto.
Porque não tem resposta.
Não tem controle.
Não tem como voltar.
Só fica.
Essa saudade que não passa,
não explica,
não avisa…
só fica.